A leitura semanal que CEOs abrem antes do mercado.

Copom interrompe os cortes por unanimidade, o Brent volta para baixo de US$ 100 e o emprego formal perde fôlego. O que isso muda no orçamento de 2027.

O primeiro Focus após a eleição elevou juros, inflação e dólar até 2029. Veja o que atualizar no planejamento antes da decisão desta noite.

Depois do segundo turno, os juros de prazo longo subiram mais de dois pontos. O Copom decide na quarta, e o petróleo deu uma trégua na segunda.

Superávit acima do esperado e IGP-M mais baixo não seguraram a bolsa. O que isso diz sobre a próxima semana, que terá Copom e eleição americana.

A bolsa voltou a cair, os bancos lideraram e o crédito dá sinais de seletividade. Hoje sai o primeiro dado fiscal após a eleição.

O câmbio aliviou, mas o custo real do capital de longo prazo continuou subindo. Veja o que muda nos projetos e o que acompanhar hoje.

Os juros longos subiram mais de 2 pontos em um único pregão. Veja o que revisar em projetos, crédito e custos.

Petróleo perto de US$ 117, IGP-M forte e a nova jornada de dezembro também entram na conta.

Petróleo em alta, eleição indefinida e crédito mais seletivo: o que a empresa pode deixar decidido antes da segunda-feira.

A Fitch vê aperto fiscal e juro real alto em 2027 com qualquer resultado eleitoral, e o balanço da WEG já mostra clientes adiando investimento.

O mercado financeiro teve um dia de alívio. O diesel, a inflação ao produtor e a chuva no Sul contam outra história para a operação.

O IGP-10 surpreendeu, a demanda segue contida e a diferença tende a recair sobre a margem de quem está no meio da cadeia.

Energia, folha e inflação: as premissas que envelheceram em sete dias, e o que fazer com elas.

Promulgação da 6x1 às 9h, varejo parado e o que levar para a reunião de segunda.

Em 24 horas, três premissas do orçamento de 2027 mudaram de lugar.

Mais inflação esperada, menos crescimento projetado e a escala 6x1 em votação hoje.

Uma janela financeira aberta e uma margem sob pressão — ao mesmo tempo.

O que o IPCA, as pesquisas do 2º turno e o barril de US$ 104 mudam no seu orçamento.

Ipea, CNC e CNI divergem sobre o custo da nova jornada. O que perguntar à sua equipe antes do dia 15.

A PEC que reduz a jornada para 40 horas vai a voto antes do 2º turno. O que muda no seu orçamento de 2027.

Dólar a R$ 5, juros longos em queda e cliente cancelando projeto: as duas notícias de segunda.

O que o 1º turno muda para juros e câmbio, e o que continua igual no seu custo.

Indústria no pior nível em três anos e meio, petróleo acima de US$ 100 e a última pesquisa antes da urna.

China volta a crescer, o diesel aperta e a IA de ponta fica mais barata. O balanço do trimestre para decidir outubro.

Emprego surpreende, calote bate recorde e a Meta entra na disputa pela IA da sua empresa.

Crédito, petróleo e dólar estão cobrando pelo medo, não pelos fatos. O desafio é separar um do outro.

Inflação de volta, consumidor freando, petróleo em suspense e a IA cobrando em megawatts.

O Banco Central vê 90% de chance de a inflação furar o teto. No mesmo dia, o governo liberou R$ 15,5 bilhões.

Petróleo, dólar e juro americano desfizeram em um pregão o que duas sessões tinham construído.

O governo baixou a inflação que projeta. O Banco Central subiu a dele. No mesmo dia.

O mercado passou a esperar mais um corte da Selic e, no mesmo relatório, reduziu o PIB. Hoje o Banco Central responde.

Copom corta, Fed sobe e o diesel segue R$ 3,89 abaixo do preço internacional. Com prazo de validade.

Bolsa Família reajustado, IFI aponta contingenciamento e o Monitor do PIB confirma a queda.

IGP-10 em +1,47%, prévia do PIB caindo pelo segundo mês e a superquarta com os documentos na mão.

Varejo em -0,8%, Brent de volta aos US$ 109 e duas decisões de juros hoje.

ICEI no pior da série, Brent perto de US$ 110 e duas sessões decisivas em Brasília.

IPCA negativo, Brent a US$ 101 e quatro bancos centrais decidindo em quatro dias.

Deixou de ser choque. Virou cenário. E cenário não se atravessa, se orça.

O choque é físico e externo. O alívio é fiscal, interno e tem prazo escrito no decreto.

Nenhum indicador econômico foi divulgado entre o movimento e a explicação dele.

Copom corta, Fed pode subir, BCE aperta. Alguém paga a diferença — e provavelmente é o seu câmbio.

O custo de depender de uma porta que você não controla.

A bolsa subiu 3% olhando para 2027. O Senado mexeu na sua folha.

O número surpreendeu para cima. A composição, para baixo.

O petróleo voltou aos US$ 90 e o Focus cortou o crescimento. Os dois no mesmo dia.

O aperto não acabou. Ele mudou de endereço — saiu do preço e entrou no crédito.

Desemprego a 5,3%, informalidade a 37,5% e renda média em queda. Tudo no mesmo relatório.

IPCA-15 em -0,40%, bem além do esperado. A composição conta outra história.

Confiança em 84,7, o menor nível desde 2022. E o IPCA-15 sai hoje às 9h.

O juro vai cair e a porta de entrada pode estreitar. As duas coisas são da mesma instituição.