A leitura semanal que CEOs abrem antes do mercado.

Copom corta, Fed sobe e o diesel segue R$ 3,89 abaixo do preço internacional. Com prazo de validade.

Bolsa Família reajustado, IFI aponta contingenciamento e o Monitor do PIB confirma a queda.

IGP-10 em +1,47%, prévia do PIB caindo pelo segundo mês e a superquarta com os documentos na mão.

Varejo em -0,8%, Brent de volta aos US$ 109 e duas decisões de juros hoje.

ICEI no pior da série, Brent perto de US$ 110 e duas sessões decisivas em Brasília.

IPCA negativo, Brent a US$ 101 e quatro bancos centrais decidindo em quatro dias.

Deixou de ser choque. Virou cenário. E cenário não se atravessa, se orça.

O choque é físico e externo. O alívio é fiscal, interno e tem prazo escrito no decreto.

Nenhum indicador econômico foi divulgado entre o movimento e a explicação dele.

Copom corta, Fed pode subir, BCE aperta. Alguém paga a diferença — e provavelmente é o seu câmbio.

O custo de depender de uma porta que você não controla.

A bolsa subiu 3% olhando para 2027. O Senado mexeu na sua folha.

O número surpreendeu para cima. A composição, para baixo.

O petróleo voltou aos US$ 90 e o Focus cortou o crescimento. Os dois no mesmo dia.

O aperto não acabou. Ele mudou de endereço — saiu do preço e entrou no crédito.

Desemprego a 5,3%, informalidade a 37,5% e renda média em queda. Tudo no mesmo relatório.

IPCA-15 em -0,40%, bem além do esperado. A composição conta outra história.

Confiança em 84,7, o menor nível desde 2022. E o IPCA-15 sai hoje às 9h.

O juro vai cair e a porta de entrada pode estreitar. As duas coisas são da mesma instituição.

IBC-Br negativo, IPCA-15 em deflação e o barril a US$ 94. Os três contam a mesma história.

As usinas de aço venderam mais e o Brasil consumiu menos. Etanol e ração agora disputam o mesmo milho.

Onze pregões de queda interrompidos por uma decisão tomada em Washington. E três dirigentes do Fed que queriam subir juros.

Três pedidos de recuperação judicial em 48 horas e um custo de capital subindo no mundo inteiro ao mesmo tempo.

O mercado esperava alta em dois indicadores. Nós apontamos queda. E a queda veio maior.

IPCA a 4,44%, indústria a -1,8% e o câmbio em R$ 5,22. Seu orçamento vai ter que conviver com as três notícias.

O varejo brasileiro surpreendeu para cima e a bolsa caiu de novo. Sua operação e o preço dos ativos deixaram de contar a mesma história.

No Dia do Economista, a lição mais honesta da profissão: os números explicam a economia, não o humor.

A inflação caiu e a bolsa teve o pior dia desde janeiro. Alívio no giro, aperto no investimento.

Ata do Copom e IPCA saem juntos hoje. E um décimo de ponto na inflação pode valer bilhões em reprecificação.

Serviços entraram em contração e se juntaram à indústria. Não sobrou setor forte na economia brasileira.

O mercado leu o comunicado como pausa. Duas grandes casas já trabalham com o ciclo parando em 14%.

Selic a 14% por unanimidade. Mas o comunicado calou sobre setembro, e o mercado saiu rachado.

Produção despenca 1,8% às vésperas do Copom. E o petróleo barato acaba de virar risco cambial.

A indústria acaba de registrar a pior queda de pedidos em três anos. Nem todo corte de juros é comemoração.

O petróleo voltou a subir 7% e o rombo do governo bateu 10% do PIB. O corte do Copom pode ser o fim do ciclo, não o começo.

A semana entregou ao Copom quase tudo para cortar os juros na terça. No último dia, um lembrete de por que não deve exagerar.

Inflação baixa hoje, petróleo caro amanhã: a conta que chega à mesa do CEO nesta semana do Fed.

IPCA-15 a 0,06% tirou a última dúvida do mercado. O juro brasileiro vai começar a cair. Só que o Fed, hoje, vai para o outro lado.

Em 72 horas, a guerra virou trégua, o barril caiu 6% e a pergunta na mesa deixou de ser custo. Passou a ser juro.

O IPCA cedeu, mas o brasileiro nunca esteve tão empregado. E isso, por incrível que pareça, complica a conta do Banco Central.

Em 72 horas, a guerra virou trégua, o barril caiu 6% e a pergunta na mesa deixou de ser custo. Passou a ser juro.